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Formação em Epilepsia para profissionais de educação
Publicado em 20/06/2012
A EPI-APFAPE – Associação Portuguesa de Familiares, Amigos e Pessoas com Epilepsia, é uma instituição particular de solidariedade social, de âmbito nacional de e para pessoas com epilepsia que trabalhará na melhoria da qualidade de vida destas e das pessoas que cuidam delas.

Neste sentido, vem por este meio dar a conhecer a sua excelência o Projecto Escola Amiga da EPI.
 
O Projecto ESCOLA AMIGA DA EPI pretende dotar as Escolas de Ensino do 1.º, 2.º, 3.º Ciclos Regular e Ensino Secundário, bem como, Escolas de Ensino Especial de condições adequadas para integrar alunos com epilepsia. Face à pouca formação dos agentes educativos e dos estudantes sobre a epilepsia pretende-se a implementação de um Programa de Intervenção nos Agrupamentos de Escolas composto por:
 
  - Formação em Epilepsia para profissionais de educação;
 
  - Formação em Epilepsia para a turma do aluno com epilepsia.
 
Em Portugal, estima-se que existam cerca de 50.000 pessoas com epilepsia. Todos os anos surgem cerca de 5000 novos casos, na sua maioria crianças e adolescentes. Embora muitas crianças com epilepsia não revelem dificuldades no desenvolvimento psicossocial e cognitivo, alguns estudos indicam que a epilepsia pode estar associada a problemas de comportamento e aprendizagem.
Estas dificuldades são frequentemente ampliadas pelo preconceito e pelo estigma que derivam do desconhecimento sobre a doença e do desconforto perante as crises epilépticas.
A sensibilização para a epilepsia no contexto escolar revela-se especialmente importante pois é na escola que as crianças passam a maior parte do seu tempo e desenvolvem as competências psicossociais.
 
Para além disso, sabe-se que professores bem informados sobre a epilepsia poderão ser mais capazes de potenciar o desempenho dos alunos com epilepsia, de desfazer crenças e mitos profundamente errados sobre a doença e de mitigar os efeitos do estigma, usando a influência significativa que têm sobre os alunos para lhes transmitir conhecimentos e atitudes adequadas face à doença.
 
Os professores podem ter ainda um papel ativo no diagnóstico precoce da epilepsia e no acompanhamento dos alunos com epilepsia, fornecendo aos pais e médicos assistentes informações sobre os tipos de crises e aspetos do comportamento que podem estar associados à medicação anti-epiléptica e ou impacto psico-afectivo.
 

Documentos adicionais:

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